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Lopes Baptista Morais

Lopes Baptista Morais

ORIENTAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL EM ANGOLA

A Mayamba Editora, Carlinhos Zassala (autor) e a Direcção Provincial da Educação de Luanda têm a honra de convidar V/Excia Sr(a). _________________________________________________________ para participar de uma Palestra subordinada ao tema “ORIENTAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL EM ANGOLA”, como pretexto para o lançamento do livro com o mesmo título e do livro A CONSTRUÇÃO DE UMA ESCALA DE ATITUDES SOBRE PROFISSÕES – Modelo Likert, a ter lugar: Dia: 09 de Abril (Terça-feira) Hora: 16H Local: Anfiteatro do IMEL – Instituto Médio de Economia de Luanda, ao Largo da Independência (ex-1º de Maio) e à Avenida Deolinda Rodrigues.


Sobre o Livro

 

Neste livro, Carlinhos Zassala propõe esclarecer as causas que determinam o fraco rendimento dos alunos do ensino de base regular do I nível, ensino primário, que muito bem classifica de «pedra angular de qualquer subsistema de ensino», apontando para três factores que, no nosso país, comprometem o desempenho escolar dos alunos do I nível. O primeiro, refere-se a problemática da utilização do português como língua de ensino em Angola, questão absolutamente pertinente na medida em que o português não é a língua materna da maioria das crianças angolanas.

O Autor relaciona ainda o fraco desempenho escolar com a precária formação técnico-cultural e psicopedagógica dos professores que, por norma, para além de estarem afectos a estruturas e organismos disfuncionais, que pouco ou nada contribuem para a promoção da sua formação profissional, sentem-se ainda miseravelmente limitados e constrangidos pela ausência total de incentivos que se deveriam traduzir na formação contínua e em contrapartidas sociais e económicas.

            Por último, o terceiro factor apontado como condicionante do fraco rendimento escolar dos alunos do I nível refere-se às condições de aprendizagem na escola e em casa, que para a maioria são praticamente inexistentes. Pode afirmar-se que os alunos e os professores angolanos não encontram nos seus lares nem nas escolas as mínimas condições de trabalho conducentes a uma prestação positiva de ambos.