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Lopes Baptista Morais

Lopes Baptista Morais

Processo de selecção de candidatos para as aulas de Língua Chinesa no Instituto Confúcio na Universidade Agostinho Neto

O Instituto Confúcio na Universidade Agostinho Neto (UAN), construído no Campus Universitário em Camama, abre na última semana de Abril corrente com 60 vagas para o curso de Língua Chinesa – o Mandarin.

As inscrições para o teste de acesso às 60 vagas disponíveis terão lugar de 5 a 15 de Abril, no Campus Universitário, no período das 9H00 às 15H00. O teste terá lugar no dia 20.

As 60 vagas estão reservadas para:

Trinta (30) vagas para  estudantes da UAN; Quinze (15) vagas  para Docentes da UAN; Cinco (05) vagas para trabalhadores não Docentes da UAN; Dez (10) vagas para o público em geral.

Os candidatos deverão apresentar, no acto de inscrição, os seguintes documentos:

  1. Uma cópia e o original do Bilhete de Identidade;
  2. Duas fotografias tipo passe;
  3. Uma cópia e o original do certificado de habilitações literárias ou da declaração com notas discriminadas.
  4. Ficha de inscrição, devidamente preenchida, a ser fornecida no local.

As aulas serão ministradas num moderno edifício construído no Campus Universitário, cujas obras, já concluídas, iniciaram a 6 de Fevereiro de 2015.

O Instituto Confúcio na Universidade Agostinho Neto tem por objecto promover, em Angola, o ensino da Língua Chinesa – o Mandarim – e o intercâmbio cultural sino-angolano. A sua criação na Universidade Agostinho Neto enquadra-se nos dois acordos de cooperação que a UAN firmou com o Instituto Confúcio (Sede), com a Universidade Normal de Harbin da China e a empresa CITIC CONSTRUCTION da China, em 01 e 04 de Março de 2014.

O curso que o Instituto Confúcio na Universidade Agostinho Neto (IC-UAN) irá proporcionar aos alunos uma formação de nível básica, com um conteúdo principal voltado para desenvolver habilidades básicas de compreensão oral e comunicação. Em dois semestres, os alunos deverão ser capazes de dominar pinyin — conversa quotidiana e conhecimento preliminar de termos chineses, que lhes permitam comunicar no dia-a-dia e, gradualmente, até que atinjam o nível I ou II  de proficiência de Chinês (HSK).