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Primeira mestre em Engenharia Hidráulica formada pela UAN

por Lopes Baptista Morais, em 21.06.17

                                                                                                                           

Carla Issassa.jpg

Carla Mussenoho Issassa tornou-se a primeira mulher mestre em Engenharia Hidráulica, formada pela Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto. A apresentação da dissertação para a obtenção de grau de mestre ocorreu no dia 14 de Junho de 2017, na Faculdade de Engenharia, com o corpo de jurado formado pela Doutora Alice Ceita, Professora Titular e Decana da Faculdade de Engenharia da UAN, O Doutor Manuel Maria Pacheco Figueiredo, Professor Auxiliar da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Doutor António Madaleno, Professor Auxiliar da Faculdade de Engenharia da UAN e o Doutor Francisco Manuel Piqueiro, Professor Auxiliar da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Carla Issassa foi a única mulher num grupo de dez mestrandos, com a dissertação do tema: Metodologias para a Optimização Hidráulica da Exploração de um Reservatório de Distribuição. Caso do Reservatório de Talatona, e obteve a classificação de Muito Bom. A agora mestre em Engenharia Hidráulica, diz que ser a primeira mulher formada em Engenharia Hidráulica, pela Faculdade de Engenharia, é um sentimento de orgulho, e de dever cumprido, de muita responsabilidade porque temos que continuar a dar o nosso contributo ao País, visto que existe um défice na área de Engenharia Hidráulica, partindo do principio que a água é vital para o consumo humano. A Engenheira Hidráulica, disse igualmente que as mulheres não devem desistir dos seus sonhos, que não existe cursos só para homens ou mulheres, as mulheres devem seguir as suas vocações e assim trabalharem com firmeza na especialidade em que se formarem, e por outro lado cultivarem o sentimento de humilde, dedicarem -se mais a investigação cientifica porque é fundamental para o desenvolvimento do nosso País. Angola espera das mulheres atitudes e pensamentos positivos, sem deixar o sentido maternal de cuidar da família. Viva as mulheres de Angola e rumo ao desenvolvimento.

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publicado às 23:08


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